O PREÇO DA INÉRCIA: CORONEL HÉLIO DENUNCIA ABANDONO DE RECURSOS NO POLO INDUSTRIAL

Créditos – Perfil do Instagram @coronelheliorn

O pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio, subiu o tom em suas redes sociais para denunciar o que classifica como um “crime contra quem produz” no Rio Grande do Norte. Em vídeo gravado diretamente do Polo Industrial, o militar expôs o contraste entre a disponibilidade de recursos federais e a paralisia das obras de infraestrutura básica, como o calçamento das vias.

Segundo o Coronel, o senador Rogério Marinho destinou mais de R$ 6 milhões em emendas especificamente para a pavimentação e melhoria do Polo. No entanto, o montante estaria travado. Para Hélio, o motivo é claro: a combinação de uma burocracia estatal asfixiante com a inércia política de quem deveria executar o projeto.

“Parceiros apenas na hora de pagar impostos”

A crítica do pré-candidato ecoa o sentimento de indignação do setor produtivo potiguar. No vídeo, o Coronel Hélio destaca que os empresários são tratados como parceiros pelo poder público apenas no momento da arrecadação, mas são abandonados quando o assunto é o retorno em infraestrutura.

Os pontos centrais da denúncia:

  • Recursos Garantidos: Mais de R$ 6 milhões enviados via emendas parlamentares por Rogério Marinho.
  • Abandono Estrutural: O Polo Industrial sofre com a falta de calçamento, dificultando a logística e aumentando custos.
  • Inércia Estatal: Dinheiro em conta que não se transforma em obra devido a entraves administrativos e falta de vontade política.

O Custo da Ineficiência

“O empresário gera emprego, gera renda e paga muitos impostos, mas recebe em troca o mais absoluto descaso”, afirmou o Coronel. Ele defende que a infraestrutura mínima é o básico que o Estado deve oferecer para que a iniciativa privada possa prosperar e continuar sustentando a economia do estado.

A denúncia levanta um debate urgente sobre a gestão de recursos no Rio Grande do Norte: por que verbas federais já garantidas demoram tanto a chegar na ponta? Enquanto a burocracia impera, quem paga a conta é o trabalhador e o empreendedor, que seguem produzindo em meio ao abandono e ao prejuízo.

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