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O cenário nos Correios é de terra arrasada. A estatal registrou o pior desempenho de sua história em 2025, fechando o quarto ano consecutivo no vermelho com um prejuízo astronômico de R$ 8,5 bilhões. Para se ter uma ideia da gravidade, o rombo praticamente triplicou em apenas doze meses, escancarando uma crise de gestão sem precedentes sob o governo Lula.
Sem fôlego para honrar seus compromissos e diante de uma operação deficitária, a saída encontrada pelo governo foi o endividamento: um empréstimo de R$ 12 bilhões junto aos bancos para tentar tampar o buraco de uma empresa que, em vez de lucro, entrega ineficiência ao cidadão.
O Receituário do Fracasso: Aparelhamento e Inércia
Para os críticos e lideranças de direita, o “pacote da destruição” dos Correios tem nomes conhecidos. A falta de reformas estruturais e a desistência da privatização que era o caminho para a modernização e competitividade abriram espaço para o retorno de práticas que o Brasil esperava ter superado:
- Aparelhamento Político: O uso da estatal como cabide de empregos para aliados, priorizando indicações partidárias em detrimento da meritocracia técnica.
- Zero Reforma: Enquanto o mercado logístico privado voa com tecnologia e agilidade, os Correios seguem estagnados, inchados e incapazes de competir.
- Rombo Triplicado: A aceleração do prejuízo demonstra que o modelo atual de gestão é insustentável e drena os cofres públicos.
Quem Paga a Conta?
A conta dessa “quebra” institucional não fica em Brasília; ela chega no seu bolso. Quando uma estatal acumula prejuízos bilionários e o governo precisa contrair empréstimos para salvá-la, o custo é repassado diretamente ao contribuinte através de impostos ou da queda na qualidade dos serviços.
O Brasil assiste, novamente, ao filme de estatais sendo destruídas pela má gestão ideológica e pelo descaso com o dinheiro público. Até quando o trabalhador brasileiro terá que sustentar o luxo de um modelo falido e aparelhado? A única certeza é que, sem privatização e choque de gestão, o buraco só vai aumentar.
