Prepare o bolso, porque o governo Lula e o ministro Haddad acabam de colocar mais um peso nos ombros de quem trabalha. O chamado “Imposto do Pecado” (Imposto Seletivo) está saindo do papel e o alvo é claro: a cervejinha, a cachaça e o cigarro do brasileiro.
A justificativa oficial é a saúde pública, mas na prática o que vemos é um Estado voraz que não para de sugar a renda do cidadão.
O trabalhador sufocado
O brasileiro já vive no limite, equilibrando contas que não fecham. Agora, até os pequenos prazeres do fim de semana serão usados para inflar os cofres públicos.
- Cerveja e Cachaça: Itens que fazem parte da cultura e do lazer do povo vão encarecer.
- Cigarro: Mais impostos que, historicamente, acabam alimentando o mercado ilegal por causa dos preços abusivos.
Menos liberdade, mais dependência
Taxar o consumo de forma seletiva é uma intervenção direta na liberdade de escolha. Enquanto o governo gasta sem freios, a conta chega sempre para o mesmo endereço: o seu. O argumento do “bem-estar” parece apenas uma máscara para bancar uma máquina pública cada vez mais inchada e dependente do suor de quem produz.
Até onde vai a sede arrecadatória desse governo? O trabalhador já deu tudo o que podia, mas o Estado parece querer sempre um pouco mais.
