A semana começou com o pé esquerdo para quem precisa das rodovias do Rio Grande do Norte. O que deveria ser uma segunda-feira de trabalho e produtividade se transformou em caos e indignação. De acordo com informações do Blog do Gustavo Negreiros, um trecho da BR-101, no sentido Touros, foi interditado por militantes do movimento sem-terra.
O Custo do Transtorno
Não estamos falando apenas de “atraso”. Estamos falando de:
- Prejuízo Econômico: Caminhões com cargas perecíveis e serviços essenciais travados no asfalto.
- Saúde em Risco: Ambulâncias e pessoas com consultas marcadas que perdem o horário por causa de barreiras ideológicas.
- Desrespeito à Lei: O direito de ir e vir é garantido pela nossa Constituição, mas parece que, para esse grupo, a pauta política vale mais que a liberdade do cidadão comum.
Protesto ou Abuso?
Manifestar-se é um direito, mas trancar uma rodovia federal e impedir que o trabalhador chegue ao seu destino é abuso. Causar um congestionamento quilométrico não conquista apoio popular; pelo contrário, só gera revolta em quem acorda cedo para ganhar a vida honestamente.
É inadmissível que o Rio Grande do Norte continue refém dessas táticas de paralisação que punem justamente quem sustenta o país: o povo. As autoridades precisam agir com rapidez para desobstruir as vias e garantir que a ordem prevaleça sobre o barulho e o prejuízo.
