O quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, internado desde a última sexta-feira no Hospital DF Star, em Brasília, exige atenção máxima. O boletim médico divulgado na manhã deste domingo (15) traz uma mistura de alívio e cautela para quem acompanha o caso.
O Cenário Atual
A pneumonia bacteriana bilateral, agravada por um episódio de broncoaspiração, mantém o ex-presidente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Embora o boletim aponte uma estabilidade clínica e melhora na função renal, o sinal amarelo foi aceso devido à elevação dos marcadores inflamatórios no sangue.
O que isso significa na prática? Quando os marcadores inflamatórios sobem, o corpo sinaliza que a infecção ainda está “brigando”. Por isso, a equipe médica decidiu ampliar a cobertura de antibióticos para garantir que o tratamento seja mais agressivo contra a bactéria.
Como tudo começou
Bolsonaro, que cumpre pena na ala da “Papudinha” desde janeiro, apresentou sintomas severos antes da transferência:
- Febre alta e calafrios;
- Sudorese intensa;
- Queda na saturação de oxigênio.
A decisão do plantão médico da unidade prisional pela transferência imediata foi crucial diante da piora clínica. No momento, não há previsão de alta da UTI, e o monitoramento segue sendo feito minuto a minuto.
O que esperar?
As próximas 48 horas serão determinantes para observar como o organismo responderá à nova combinação de antibióticos. A melhora renal é um passo positivo, mas a inflamação ainda é o grande obstáculo a ser vencido.
Seguiremos acompanhando as atualizações oficiais.
