SALVE-SE QUEM PUDER: O DESMONTE SILENCIOSO DA CHAPA FEDERAL DO UNIÃO BRASIL E PROGRESSISTAS

SALVE-SE QUEM PUDER: O DESMONTE SILENCIOSO DA CHAPA FEDERAL DO UNIÃO BRASIL E PROGRESSISTAS

O que era para ser uma “superpotência” partidária no Rio Grande do Norte está começando a dar sinais de fadiga e o barulho nos bastidores é de implosão. A federação União Brasil/Progressistas (PP) vive dias de tensão máxima, e o clima entre os deputados federais é de total descrença.

A Saída de Kelps e o “Vácuo” de Poder

Tudo começou a desandar com a confirmação de que Kelps Lima está fora da nominata federal da federação por falta de cumprimento de acordos. Kelps não é apenas um nome; ele é um dos maiores “engenheiros de nominatas” do estado. Sem ele, o grupo perdeu o pilar de sustentação e a confiança de que a chapa terá fôlego para eleger a bancada desejada.

O Movimento de “Salve-se Quem Puder”

O medo de ficar sem mandato em 2026 acionou o sinal de alerta, e os grandes nomes já começaram a olhar para os lados:

  • João Maia no Republicanos? Rumores fortíssimos apontam que o experiente deputado João Maia já abriu conversas com o Republicanos. Ele busca um ambiente com mais segurança partidária.
  • Kelps Lima em Dois Caminhos: Após a saída, Kelps foi visto em Brasília articulando. Os destinos prováveis? Republicanos (onde montaria uma nova nominata do zero) ou o PL.
  • A Incógnita Robinson: O ex-governador Robinson Faria ainda mantém o mistério, mas no meio político todos sabem: ninguém fica em barco que está fazendo água.
  • O fator Benes Leocádio: Vale lembrar que Benes já tem história no Republicanos, o que tornaria uma migração em bloco muito mais natural e perigosa para a atual federação.

A Crise de Credibilidade

A grande dificuldade hoje é atrair “nomes de peso” para fechar a conta. Os deputados atuais não acreditam mais na força da nominata União/PP. Se o grupo não conseguir estancar a sangria nos próximos dias, o que veremos será uma debandada em massa.

Na política, a confiança é o cimento que une os partidos. Sem compromisso cumprido, o cimento racha e o prédio cai. O “desmonte” parece ter começado, e o beneficiado direto pode ser o Republicanos, que observa tudo de camarote, pronto para virar o novo gigante do RN.

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