Por: Allyson Barbosa
Nas últimas horas, corre a informação de que o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, teria fechado apoio ao senador Rogério Marinho para a disputa ao Governo do Estado em 2026.
Se esse aperto de mãos se concretizar, o cenário político do Rio Grande do Norte sofre um terremoto. E as perguntas começam a surgir:
- E a fidelidade à Governadora? Ezequiel tem sido um aliado central da base governista. Como ele se comportará na eleição indireta para governador? Ele continuará apoiando o nome da base, que tudo indica ser Carlos Eduardo Xavier, ou já vai “pular o muro” agora para acompanhar o grupo de oposição liderado por Marinho?
- O jogo da sucessão na ALRN: Todos sabem que Ezequiel planeja indicar seu sucessor na presidência da Assembleia Legislativa. Mas como ele pretende pavimentar esse caminho se agora está com um pé em cada canoa? É possível ser aliado do governo no dia a dia e fechar com a oposição para o futuro?
Estamos diante de uma jogada de mestre ou de uma armadilha política? O certo é que Ezequiel Ferreira, conhecido por sua habilidade de diálogo, terá que explicar ao seu atual grupo como se dará essa transição sem “queimar pontes”.
No Rio Grande do Norte, a política é como as dunas: se move conforme o vento. E o vento agora sopra forte em direção a 2026.
E você, o que acha desse novo acordo? Ezequiel acerta em se unir a Rogério Marinho ou está arriscando alto demais?
