CUBA: ONDE O PÃO É RARO, MAS A CORRUPÇÃO É ABUNDANTE

Mais uma vez, o cenário em Cuba se repete como um disco risado: as ruas tomadas por cidadãos que clamam pelo básico pão e energia. Enquanto isso, o regime de Miguel Díaz-Canel segue firme na única coisa que o socialismo real produz com eficiência matemática: a distribuição generosa de miséria para as massas.

A Narrativa vs. A Realidade

O roteiro é previsível. De um lado, a cúpula do partido encastelada em mansões climatizadas e desfrutando de banquetes opulentos, jura de pés juntos que o “embargo americano” é o único vilão da história. Do outro, o povo enfrenta filas quilométricas por migalhas racionadas em um paraíso caribenho que definha.

O que o regime se recusa a admitir é que décadas de:

  • Gestão desastrosa;
  • Corrupção endêmica;
  • Economia planificada centralizada;

…conseguiram transformar uma ilha de recursos vastos em um museu de privações a céu aberto.

A “Igualdade” que o Socialismo Entrega

Cuba é a prova viva, repetida à exaustão, de que o sistema é infalível em uma única arte: a de igualar todos na pobreza. Bem, quase todos. A “igualdade” nunca chega aos que assinam os decretos ou aos que comandam a repressão. Para a elite do partido, o socialismo é um luxo financiado pela escassez alheia.

Enquanto o mundo avança, o povo cubano permanece preso em uma cápsula do tempo onde a esperança é racionada e a liberdade é um crime. Até quando a retórica do “bloqueio” servirá de escudo para a incompetência e o autoritarismo de uma ditadura que prefere ver seu povo faminto a abrir mão do controle total?

A história não falha: o socialismo não combate a pobreza; ele a administra para manter o poder.

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