Fonte: Blog Gustavo Negreiros
O que era para ser um serviço essencial virou caso de polícia — literalmente. A informação trazida pelo Blog de Gustavo Negreiros confirma o que já se tornou a marca registrada da atual gestão estadual: o calote institucionalizado.
Desta vez, as vítimas da falta de pagamento são as Centrais do Cidadão de João Câmara, Macaíba e Parnamirim. A empresa responsável pela vigilância privada não aguentou mais esperar e suspendeu os serviços. O motivo? O bom e velho “inadimplemento nos pagamentos contratuais”. Ou, para quem prefere o português claro: o Governo não pagou e o serviço parou.
O “Remendo” do Gabinete Civil
Diante do caos, a solução encontrada pelo secretário-chefe do Gabinete Civil, o influente “Raimundinho”, não foi quitar a dívida. Em vez disso, enviou um ofício desesperado para que a Polícia Militar assuma o posto da segurança privada.
É a lógica do cobertor curto:
- Tira-se o policiamento das ruas para cobrir o buraco deixado pela falta de gestão financeira.
- O servidor público trabalha sob tensão.
- O cidadão, que já paga impostos caríssimos, fica exposto em unidades sem a segurança adequada.
Até quando?
Não é “zero novidade”, mas é 100% revoltante. Como planejar um estado onde nem os contratos básicos de vigilância são honrados? Enquanto o governo se enrola em planilhas e atrasos, quem paga a conta — e agora corre riscos — é o povo.
Fica o alerta para quem precisa dos serviços em João Câmara, Macaíba e Parnamirim: a segurança, que já era deficitária, agora virou artigo de luxo sob a responsabilidade de um governo que prefere o improviso à responsabilidade fiscal.
