Por: Allyson Barbosa
Diz o ditado que na política “quem tem ouvidos, ouça; e quem tem olhos, veja”. E o que se viu neste final de semana no município de Espírito Santo não foi apenas um encontro protocolar, mas um fortíssimo sinal de que o cenário para o Governo do Estado em 2026 está ganhando peças definitivas.
O pré-candidato Álvaro Dias circulou em clima de total entrosamento com o presidente da FEMURN, Babá Pereira. Para os bons entendedores de bastidores, a cena foi muito mais do que uma simples visita ao Agreste; foi o desenho de uma possível “chapa formada” que já começa a tirar o sono dos adversários.
O “Pé na Estrada” de Babá Pereira
A pergunta que ecoa nos corredores políticos é: por que o nome de Babá Pereira ganha tanta musculatura a cada dia? A resposta é simples e está no asfalto. Babá tem intensificado suas andanças pelo interior potiguar de forma incansável. Ele não fala apenas para o público; ele fala para os prefeitos, para as lideranças e para a base.
Como presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), Babá Pereira detém hoje uma capilaridade que poucos políticos possuem. Ele conhece o “gargalo” de cada prefeitura e tem a chave para unir o interior à capital. Essa conexão é exatamente o que um candidato como Álvaro Dias precisa para consolidar uma vitória fora de Natal.
O Vice que o Povo já Começa a Ver
Oficialmente, o nome do vice de Álvaro Dias segue guardado a sete chaves. Mas a política detesta vácuo, e o nome de Babá Pereira está preenchendo todos os espaços. Babá traz para a chapa:
- Força Municipalista: O apoio de dezenas de prefeitos que veem nele um representante legítimo.
- Diálogo Fácil: Uma trânsito livre entre diferentes correntes políticas.
- Vontade de Campo: Uma energia de campanha que contagia a militância.
A dupla Álvaro e Babá em Espírito Santo movimentou as atenções e serviu como um “balão de ensaio” com recepção calorosa. Se a ideia era testar a temperatura, o termômetro explodiu.
Babá Pereira não é mais apenas uma possibilidade; ele se tornou uma peça estratégica e de peso real. Quem apostou que a chapa demoraria a se desenhar, talvez tenha que rever seus conceitos. O jogo está jogado, e a bola, ao que tudo indica, está nos pés de quem conhece o interior como a palma da mão.
