O motor que carrega o PIB brasileiro está roncando mais forte, e não é de satisfação. Rumores de uma paralisação nacional dos caminhoneiros ganharam força nesta semana, com articulações intensas em regiões estratégicas, como o Porto de Santos.
Mas o que está por trás dessa nova onda de insatisfação?
O vilão de sempre: O Diesel
A conta não fecha. Com as recentes altas sucessivas nos combustíveis, o lucro de quem vive na estrada está sendo engolido pelo tanque. Somado a isso, o valor dos fretes não tem acompanhado o custo de manutenção e operação, deixando a categoria em um ponto de ruptura.
O cenário agora: Mobilização ou Divisão?
Ainda não há uma confirmação de greve unificada em todo o país. O que vemos no momento é um movimento de adesão voluntária e paralisações pontuais. No entanto, como bem sabemos, o setor de transporte funciona como um dominó: se uma peça importante cai, o efeito é sentido na prateleira do supermercado em poucos dias.
O risco do desabastecimento
Embora o movimento ainda busque coesão, o governo e a sociedade civil observam com apreensão. Em uma economia que ainda tenta se equilibrar, uma greve de transportes é o último ingrediente que precisamos para uma nova explosão de preços e falta de produtos essenciais.
O diálogo entre lideranças e o governo precisa ser imediato. O Brasil não aguenta mais um “trancamento” nas suas veias logísticas.
