O QUE O PT QUER ESCONDER? A LISTA DOS DEPUTADOS QUE TRAVARAM A CPMI DO BANCO MASTER

O QUE O PT QUER ESCONDER? A LISTA DOS DEPUTADOS QUE TRAVARAM A CPMI DO BANCO MASTER

Por: Allyson Barbosa

O discurso de “combate à corrupção” e “transparência” acaba de colidir com a realidade dos números na Câmara dos Deputados. Enquanto o Brasil exige respostas sobre as movimentações nebulosas e as possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master, uma barreira de proteção foi erguida no Congresso. E o líder dessa resistência tem nome e sigla: o Partido dos Trabalhadores.

Dos nomes que se recusaram a assinar o requerimento para a criação da CPMI, o PT encabeça a lista com folga, somando 68 deputados que optaram pelo silêncio.

O Ranking da Omissão:

  1. 🥇 PT — 68 deputados
  2. 🥈 PP — 29 deputados
  3. 🥉 Republicanos — 28 deputados
  4. 4️⃣ União Brasil — 26 deputados
  5. 5️⃣ PSD — 24 deputados

Por que o medo da investigação?

A pergunta que não quer calar é: o que faz o partido do governo temer tanto uma apuração sobre o Banco Master? A resposta pode estar na proximidade incômoda dos fatos com o Palácio do Planalto.

Embora o presidente Lula utilize seus palanques para criticar o sistema financeiro e pregar a moralidade, a prática nos bastidores revela uma tentativa desesperada de blindagem. As investigações já começaram a orbitar o entorno direto do presidente, atingindo figuras que gozam de sua extrema confiança.

O Cerco se Fecha

Não se trata apenas de números, mas de nomes. As suspeitas que motivaram o pedido da CPMI mencionam conexões que chegam a aliados históricos e operadores políticos próximos ao núcleo duro do governo. Quando o PT orienta quase 70 parlamentares a não assinarem uma investigação sobre possíveis fraudes financeiras, ele não está apenas exercendo um direito político, está enviando um recado claro: há algo ali que não pode vir à luz.

A estratégia é velha: no palanque, o discurso de proteção aos mais pobres; nos gabinetes, o esforço hercúleo para impedir que o “entorno” seja convocado a prestar esclarecimentos.

Conclusão

A transparência não pode ser seletiva. Se o Banco Master está sob suspeita de irregularidades que afetam o sistema financeiro e, possivelmente, recursos públicos ou de fundos, o país tem o direito de saber quem são os beneficiários.

Ao liderar a lista dos que ignoram a investigação, o PT abandona a bandeira da ética e assume a da proteção mútua. Afinal, quem não deve, não teme a assinatura de uma CPI.

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