Por: Allyson Barbosa @blogpoder084
O jogo eleitoral de 2026 acaba de ganhar um novo “dono da banca”. Com a sanção do Orçamento pelo presidente Lula, os números do Fundo Eleitoral revelam um novo gigante: a federação União Progressista (União Brasil + PP) vai concentrar quase R$ 1 bilhão para investir na campanha.
O “Super” Partido no Topo
Pela primeira vez em anos, siglas históricas como PT e PL perderão o posto de maiores orçamentos. Graças ao “casamento” estratégico, o União Progressista abocanhará cerca de 20% de todo o fundo nacional, somando exatos R$ 953,6 milhões.
O cálculo, realizado pelos cientistas políticos Henrique Cardoso e Jaime Matos, mostra que o tamanho da bancada na Câmara (109 deputados) foi o fator decisivo para colocar a federação no topo da lista.
O Ranking do Poder Financeiro (Projeção 2026):
- União Progressista (União Brasil + PP): R$ 953,6 milhões
- PL (Partido de Bolsonaro): R$ 886,7 milhões
- PT (Partido de Lula): R$ 619,7 milhões
- PSD (Kassab): R$ 420,8 milhões
O que isso muda na prática?
Dinheiro não ganha eleição sozinho, mas garante estrutura. Com quase R$ 1 bilhão em caixa, a megafederação terá fôlego para dominar o tempo de TV e rádio, além de investir pesado em candidaturas majoritárias por todo o Brasil — incluindo, claro, o nosso Rio Grande do Norte.
Contagem Regressiva
Para que esse “super” partido funcione oficialmente nas urnas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) precisa dar o aval final até seis meses antes do primeiro turno. Se aprovado, o mapa político brasileiro sofrerá uma das maiores transformações financeiras da história recente.
