HABEMUS CANDIDATO? O “CONCLAVE” DA DIREITA E O SILÊNCIO NO RN

HABEMUS CANDIDATO? O “CONCLAVE” DA DIREITA E O SILÊNCIO NO RN

Por: Allyson Barbosa @blogpoder084

No Vaticano, quando não há Papa, a fumaça é preta. No Rio Grande do Norte, a direita vive o seu próprio “conclave”, mas até agora as chaminés políticas não deram sinal de fumaça branca. Com a crescente especulação de que o senador Rogério Marinho não entrará na disputa pelo Governo do Estado, o campo conservador entra em uma fase de incertezas e bastidores fervendo.

O Plano de Marinho: Styvenson no Jogo?

As informações que circulam desde as primeiras horas deste 20 de janeiro de 2026 indicam que Rogério Marinho já tem um alvo para convencer: o senador Styvenson Valentim.

A leitura estratégica é clara: Marinho enxerga em Styvenson o nome com maior potencial para “bater de frente” e vencer o atual prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, que aparece forte nas pesquisas. Para Marinho, a musculatura eleitoral de Styvenson seria o trunfo necessário para a direita retomar o comando do Estado.

Álvaro Dias: No Aquecimento

Enquanto isso, assistindo ao jogo da lateral do campo, está o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias. Com sua pré-candidatura anunciada há meses, Álvaro aguarda a oportunidade de entrar na partida.

Contudo, os bastidores revelam um entrave: o grupo de apoio de Marinho ainda não demonstra unidade em torno do nome do ex-prefeito. Há uma resistência interna que impede, por ora, a batida do martelo.

A Decisão Final

O fato é que Rogério Marinho só deverá anunciar oficialmente o “escolhido” da direita após garantir que sua base de sustentação esteja totalmente pacificada e acordada. Até lá, o Rio Grande do Norte segue como um conclave sem Papa: muita conversa, muita expectativa, mas nenhuma definição.

A pergunta que fica para o eleitor é: a direita conseguirá se unir a tempo ou o racha pavimentará o caminho para os adversários?

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