Por: Allyson Barbosa @blogpoder084
Com a saída da governadora Fátima Bezerra para disputar o Senado e o anúncio de que o vice-governador Walter Alves não assumirá a cadeira, o destino do Estado agora passa, obrigatoriamente, pelas mãos de um único homem: Ezequiel Ferreira.
A Ascensão do Comandante
Como presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel assume o papel de “fiel da balança”. Caberá a ele comandar o processo de eleição indireta na Casa, onde os deputados escolherão quem governará o Rio Grande do Norte no mandato tampão.
O Flerte com a Direita e Rogério Marinho
Nos bastidores, os rumores ganharam força nas últimas semanas: Ezequiel estaria com conversas avançadíssimas com o senador Rogério Marinho e o bloco de direita no Estado. O movimento sinaliza uma guinada que pode isolar o atual grupo governista.
A Matemática da Oposição
A conta hoje é favorável à oposição. Os números indicam que o grupo opositor já detém a maioria necessária dentro da Assembleia para eleger um nome que rompa com o ciclo de Fátima Bezerra. Se essa tendência se confirmar, o Palácio de Despachos poderá ter um inquilino completamente alinhado com as forças de oposição antes mesmo das eleições gerais.
O X da Questão
Ezequiel Ferreira é conhecido por sua habilidade de diálogo e por saber ler o momento político como poucos. Com as cartas na mesa e o baralho nas mãos, a pergunta que ecoa nos corredores da Assembleia e nas ruas é uma só:
Como o “dono do jogo” conduzirá esta nova e decisiva etapa do Rio Grande do Norte?
Aguardemos as próximas jogadas.
