Por: Allyson Barbosa
O meio político do Rio Grande do Norte está tremendo, e o estalo vem de dois dos maiores articuladores do estado: Walter Alves (MDB) e Ezequiel Ferreira (PSDB). O que antes era uma aliança sólida, agora dá sinais claros de um rompimento que pode redesenhar as eleições de 2026.
O fator Allyson Bezerra Os rumores nos corredores do poder apontam que o vice-governador Walter Alves já teria batido o martelo: ele e o MDB estão fechados com o projeto de Allyson Bezerra, o prefeito de Mossoró que desponta como um fenômeno de popularidade. Walter parece enxergar em Allyson a locomotiva ideal para garantir o futuro do seu grupo político.
O movimento de Ezequiel Enquanto isso, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, segue um roteiro diferente. Cada vez mais sintonizado com as lideranças da direita no RN, Ezequiel sinaliza que seu porto seguro pode ser uma candidatura conservadora, distanciando-se do atual arco de alianças do governo estadual e, consequentemente, de Walter.
O que isso significa? Se esse “divórcio” se confirmar, teremos um novo cenário:
- De um lado: Walter Alves e o MDB fortalecendo a via de Allyson Bezerra.
- Do outro: Ezequiel Ferreira e o PSDB como o pilar de sustentação da direita potiguar.
Na política, o que hoje é especulação, amanhã vira fato. O que está em jogo não é apenas um apoio, mas quem vai dar as cartas no estado nos próximos anos.
A pergunta que fica é: Esse distanciamento é definitivo ou apenas um jogo de xadrez para valorizar o passe?
E você, o que acha dessa movimentação? Walter acertou ao colar em Allyson Bezerra ou Ezequiel faz o movimento mais estratégico ao buscar a direita? Deixe sua opinião nos comentários!
