A temperatura acabou de subir nos bastidores da política potiguar! Nesta sexta-feira (9), o senador e líder do Partido Liberal (PL) no Rio Grande do Norte, Rogério Marinho, colocou os pingos nos is e anunciou oficialmente que a legenda adotará um posicionamento totalmente neutro na disputa pelo Governo do Estado.
Mas calma que a história tem reviravolta e muita estratégia de bastidor envolvida. Vamos aos fatos!
O que rolou nos bastidores?
De acordo com Marinho, conversas pesadas rolaram nos últimos dias. O candidato do União Brasil e ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, procurou o senador de olho em uma aliança estratégica para o segundo turno.
O acordo parecia caminhar, mas esbarrou em uma exigência crucial da cúpula liberal: Marinho colocou na mesa que a aliança só aconteceria se Bezerros declarasse apoio público ao candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro. A resposta do lado lá? Não.
Mantendo o foco de ficar neutro no tabuleiro nacional, Allyson recusou a cartada. Resultado? O PL optou por não fechar bloco com o União Brasil, mas adotou um formato flexível: liberou geral para que seus integrantes, aliados e prefeitos apoiem o nome de Mossoró de forma individual, caso queiram. O partido como sigla, no entanto, segue oficialmente fora da aliança formal.
E Agora?
Com a decisão de Rogério Marinho, o jogo está totalmente aberto no estado. Sem o carimbo oficial do partido, mas com passe livre para os correligionários marcharem com quem quiserem, a corrida pelo Palácio de Karnak ganha novos contornos e promete pegar fogo até as urnas.
O que você achou dessa cartada do PL? Estratégia genial ou perda de espaço? Deixe sua opinião nos comentários!
